Don’t Stop, Girlypop! é um shooter em primeira pessoa desenvolvido pelo estúdio Funny Fintan Softworks. Lançado no dia 29 de janeiro de 2026 para PC via Steam, o game se destaca imediatamente pelo seu visual cheio de tons rosa, glitter, borboletas e corações, fundindo isso a jogabilidade de boomers shooters clássicos como Quake e Doom.
Gostaríamos de agradecer a equipe de Assessoria de Imprensa da Kwalee por disponibilizar uma cópia do game na Steam para realização desta análise.
História
Como em vários jogos desse estilo, a narrativa serve apenas como plano de fundo para toda ação frenética do game. Jogamos com Imber, uma força da natureza que deve combater a corporação mineradora Tigris Nix.
Essa empresa está drenando o amor, um recurso natural vital que mantém o planeta Xyzanthynum vivo. Nossa missão é destruir os drones robóticos da corporação para liberar essa energia de volta para o meio ambiente.
Gráficos
Don’t Stop, Girlypop! não tem gráficos ultra realistas, até porque, esse não é o foco central do game, mas eles são “ok” e cumprem seu papel em passar uma atmosfera totalmente não realista.
Toda a direção de arte do jogo remete muito a sites e cultura pop em geral do começo dos anos 2000, com huds enormes e exagerados, cenários ultra coloridos e saturados, o que gera um contraste interessante com a jogabilidade do game que vamos falar no próximo tópico.
Jogabilidade
Como já era de se esperar, a jogabilidade de Don’t Stop, Girlypop! é frenética, quanto mais rápido você corre, pula e desliza, maior é o dano causado e mais intensa a recuperação de vida, ficar parado é sinônimo de morte.
A movimentação combina o sistema clássico de jogos como Quake e Doom com mecânicas modernas como dash, pulo duplo, criando uma jogabilidade extremamente fluida para deixar o jogador sempre em movimento.
As armas, também são um show a parte, pensadas para funcionar em movimento e possuem disparos secundários absurdos que permitem combos complexos, e causam muito dano, e é claro, também temos habilidades especiais que reforçam o ritmo frenético e sem pausas do game.
Para completar o combo, temos um um celular flip, bem anos 2000, que nos acompanha ajudando tanto na navegação quanto no combate.
O visual girlypop dá o tom descontraído e trás um contraste muito diferente estranho intencionalmente para o game, permitindo customizar armas com cromado rosa, glitter, padrões de jeans e acessórios fofos, que são totalmente diferente da jogabilidade rápida do jogo.
Os mapas são em arenas curtas e fechadas, exigindo o máximo de controle de velocidade e multiplicadores de dano, lembrando a intensidade dos Doom modernos misturado a mobilidade de jogos como Ghostrunner.
Apesar do game ser bem divertido, precisamos apontar o grande excesso de informação visual que dificulta um pouco a orientação nos mapas, além do HUD e a interface geral que poderiam ser mais limpos, mas ainda assim, o jogo entrega uma identidade forte e um loop de gameplay viciante.
Bugs e Performance
Don’t Stop, Girlypop! é mais um daqueles games que são bem leves para a maioria dos hardwares atuais, fazendo assim o jogo rodar bem muito bem.
Em nossas gameplays, jogamos em uma RTX 3080 e um Ryzen 7 5700x com 32GB de RAM e foi mais do que suficiente para rodar o game com as configurações gráficos no Ultra a mais de 100 quadros por segundo, fazendo o jogo ficar ainda mais frenético e fluido.
Além disso, não tivemos nenhum problemas com bugs e travamentos.
Considerações Finais
Don’t Stop, Girlypop! prova que FPS não precisa ser sombrio para ser desafiador e técnico, transformando velocidade em sobrevivência, com ação que não deixa respirar.
Um boomer shooter visualmente inovador e divertido com uma profundidade em mecânicas de movimento que no final das contas, traz uma experiência sólida.
Quer saber mais sobre o jogo, assista a gameplay feita pelo canal ANDScreamer Plays!
Don’t Stop, Girlypop! - PC
Nota Final
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Gráficos - 7/10
7/10
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Jogabilidade - 9/10
9/10
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História e Diversão - 9/10
9/10
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Áudio e Trilha Sonora - 10/10
10/10
VOTAÇÃO POPULAR ➡️
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Don’t Stop, Girlypop! é boomer shooter visualmente inovador e divertido com uma profundidade em mecânicas de movimento que no final das contas, traz uma experiência sólida.



























