A ARVORE, estúdio brasileiro reconhecido mundialmente por sua excelência em experiências imersivas (XR), acaba de conquistar o Audience Award da XR Experience Competition no South by Southwest 2026 (SXSW 2026), um dos mais importantes festivais de inovação, cinema e tecnologia do mundo. O prêmio foi concedido a Fabula Rasa: Dead Man Talking, nova experiência em realidade virtual do estúdio, escolhida pelo voto do público presente em Austin, no Texas-EUA.
O reconhecimento reforça a posição da ARVORE como um dos principais estúdios de entretenimento imersivo da América Latina. Com oito jogos lançados, distribuição em mais de 60 países e 25 prêmios e indicações internacionais, o estúdio já havia conquistado o Primetime Emmy Award e o Leão de Veneza de Melhor Experiência Imersiva em VR com The Line. Agora, com Fabula Rasa, amplia sua presença no cenário global ao explorar uma nova fronteira narrativa impulsionada por inteligência artificial.
“Não criamos o Fabula Rasa para mostrar o que a IA pode fazer, mas para contar um novo tipo de história que simplesmente não existiria sem ela. No Fabula, a IA não é um atalho e nem substitui a criatividade humana, ela é o motor que faz tudo acontecer, permitindo interações em tempo real e deixando cada jogador levar a história para caminhos infinitos”, explica Ricardo Justus, CEO da Arvore.
Uma história que nasce da interação humana
Em Fabula Rasa: Dead Man Talking, o jogador é colocado no centro de uma vila medieval estilizada, preso em uma gaiola e prestes a ser julgado pelo Rei por crimes que ele mesmo ajudará a inventar. A narrativa se constrói em tempo real a partir das falas e ações do participante, em uma experiência de aproximadamente 30 minutos que combina fantasia, comédia e improvisação.
Os personagens são movidos por Large Language Models (LLMs), capazes de ouvir, interpretar contexto e reagir emocionalmente. Diferentemente de jogos baseados em árvores de diálogo pré-definidas, cada interação em Fabula Rasa é única. O sistema integra IA generativa com a lógica do motor do jogo, permitindo que o mundo virtual responda tanto às palavras quanto às ações físicas do jogador.
O resultado é uma experiência emergente — parte game, parte teatro improvisado, parte experimento social — em que nenhuma sessão se repete.
Prêmio do público valida nova abordagem narrativa
O Audience Award é concedido com base na votação do público do festival, reunindo criadores, executivos, desenvolvedores e entusiastas de tecnologia de todo o mundo. Para a ARVORE, a conquista representa não apenas reconhecimento técnico, mas validação emocional da proposta.
“Ganhar o prêmio do público no SXSW, depois de ver as pessoas rindo e se envolvendo enquanto jogavam Fabula Rasa, só confirma que estamos tocando em algo genuinamente transformador. Isso aponta para um novo jeito de contar histórias, algo que antes simplesmente não era possível”, completa Justus.
O futuro da narrativa em VR
Dirigido por Luiza Justus e Marcelo Marcati, o projeto aponta para um novo modelo de storytelling em que personagens deixam de ser apenas distribuidores de missões para se tornarem presenças vivas e reativas.
Se jogos de mundo aberto deram aos jogadores a sensação de habitar universos fictícios, Fabula Rasa sugere o próximo passo: mundos que evoluem organicamente conforme o jogador interage com eles.
A vitória no South by Southwest 2026 reforça o papel da ARVORE na construção dessa nova fase da indústria criativa — na interseção entre narrativa, tecnologia e imaginação.
Para mais informações sobre o lançamento, acompanhe a ARVORE no X, Instagram e Threads, ou visite o site oficial do estúdio.
























