A editora 1312 Interactive e o estúdio de desenvolvimento Monotusk Studios lançaram no dia 12 de agosto Palm Sugar: A Village Story, um RPG de curta duração em pixel art, focado em narrativa e inspirado na cultura do sul da Índia, que apresenta uma história sombria de romance e conflito. Já disponível para PC com Windows e chegando em breve ao Nintendo Switch e Nintendo Switch 2, o premiado Palm Sugar: A Village Story apresenta personagens marcantes, belas paisagens em pixel art e uma envolvente aventura sobre amadurecimento.
Palm Sugar: A Village Story coloca os jogadores no papel de Seenu, um jovem herói de língua afiada, perspicaz, mas um tanto desajeitado, que vive na pacata vila de Bellampakam. Sua vida tranquila e seus sonhos de conquistar a garota por quem é apaixonado são rapidamente interrompidos quando um brutal cartel de drogas toma conta de seu lar, obrigando Seenu a embarcar em uma jornada profundamente pessoal e lutar para recuperá-lo, enquanto explora as belas paisagens do sul da Índia e conhece a cultura de seu povo.
Graças a Assessoria de Imprensa da 1312 Interactive podemos jogar Palm Sugar: A Village Story na versão para PC. Esta gameplay pode ser vista ao final deste artigo.
Palm Sugar: A Village Story tem uma proposta interessante, mas durante minha experiência com o jogo alguns problemas de gameplay acabaram atrapalhando a progressão. O principal deles apareceu durante a exploração. Em determinado momento, o jogo indica onde está a casa que precisamos encontrar, mas chegar até o local não é tão simples. A indicação está ali, porém o caminho não fica claro e acabei ficando travado nessa parte por um bom tempo.
O problema não é o jogo exigir exploração. Esse tipo de situação pode ser interessante quando existem pistas que ajudam o jogador a descobrir o caminho. Nesse caso, porém, a indicação aponta para um lugar que parece estar ao alcance, mas não fica claro como chegar até ele. Isso acaba gerando mais frustração do que sensação de descoberta.
Outro ponto que me incomodou bastante foi o primeiro chefe. A hitbox do inimigo parece grande demais para a área dos ataques. Em alguns momentos, mesmo acreditando estar fora do alcance, ainda era atingido. Isso pesa bastante durante o combate porque dificulta entender qual é realmente a distância segura. O jogador precisa aprender os padrões do chefe, mas também precisa conseguir identificar com clareza quando está dentro ou fora do alcance de um ataque.
São problemas que poderiam ser corrigidos com ajustes relativamente simples. Uma indicação melhor durante a parte de exploração e uma revisão da área de colisão do primeiro chefe já deixariam esses momentos mais agradáveis.
Palm Sugar: A Village Story não é prejudicado apenas por esses pontos, mas eles tiveram impacto direto na minha experiência. O jogo consegue apresentar uma proposta interessante, porém algumas decisões no gameplay acabam quebrando o ritmo justamente em momentos que deveriam manter o jogador envolvido.
No fim, é uma experiência que poderia ganhar bastante com alguns ajustes de navegação e combate. Para mim, foram esses detalhes que mais pesaram negativamente durante a jornada.
Quer saber mais sobre o jogo, assista a gameplay feita pelo All Gaboni!





























