A Assessoria de Imprensa da Impact Inked nos enviou uma chave para que possamos ter acesso ao jogo RAGER para PlayStation VR2. Obrigado pela confiança no Nerdlicious! RAGER é um jogo em realidade virtual que já estava disponível para Meta Quest e Steam, e no dia 5 de março finalmente chegou ao PSVR2, misturando ação frenética e músicas.
Ao final deste artigo você poderá ver a nossa gameplay do jogo e uma visão geral dele no PS5. Não deixe de conferir!
História
RAGER é o jogo de luta em realidade virtual com ação e música que combina combate corpo a corpo épico e música intensa com golpes brutais, permitindo que os jogadores lutem como guerreiros lendários. Ele foi desenvolvido para intensidade, rejogabilidade e um verdadeiro treino.
O jogo mistura combate intenso com música poderosa para fazer os jogadores se sentirem como guerreiros épicos saídos diretamente de um filme. A maior parte da ação é de perto e pessoal com uma variedade de armas, enquanto lutas cinematográficas massivas contra chefes aumentam a escala e proporcionam momentos verdadeiramente inesquecíveis.
Um mundo imersivo, às vezes até demais!
Desenvolvido pela Insane Prey, o jogo traz uma imersão incrível. No PSVR2, elementos como foco em clareza, feedback e imersão física se destacam em toda a sua potência. O jogo roda a 90Hz nativos, mantendo os movimentos fluidos e responsivos mesmo durante as trocas de golpes mais rápidas. Quando os ataques vêm de várias direções e o ritmo acelera, você precisa de estabilidade. Os 90Hz nativos garantem que o que você vê e o que você sente permaneçam sincronizados, quadro a quadro.
O suporte a HDR aprofunda o contraste da arena, tornando as silhuetas e os flashes de impacto mais nítidos contra a escuridão. A renderização foveada dinâmica, impulsionada pelo rastreamento ocular, mantém o foco preciso exatamente onde você está olhando, para que os golpes telegrafados permaneçam legíveis mesmo em momentos caóticos.
A resposta tátil avançada dos controles PS VR2 Sense reforça o tempo de reação em suas mãos. Um golpe certeiro acerta com peso. Um ataque bloqueado transmite resistência através da sua pegada. A vibração do headset adiciona força aos golpes pesados e às investidas contra chefes, mantendo você firme no centro da arena. O resultado é um combate que parece ancorado. Ao executar um golpe, você sente as consequências.
Tudo isso te deixa realmente imerso naquele mundo do game, porém, o jogo exige um espaço bem grande para ser jogado. Os tradicionais 2×2 metros já servem, porém, a experiência pode exigir que você retire objetos que podem ser simplesmente socados sem querer pelo gamer.
Sabe aqueles vídeos em que vemos pessoas socando a TV enquanto usam um VR? Pois RAGER foi o primeiro jogo que fiz algo parecido… quando me empolguei em um golpe contra um inimigo e acabei batendo o Sense em um armário do meu escritório. De começo assusta, achamos que quebramos o controle… depois nos achamos meio ridículos por ficarmos tão imersos a este ponto.
Isto acontece por que RAGER não é daqueles jogos rítmicos que jogamos sempre em uma posição, os inimigos vem de todos os lugares, podendo te atacar de frente, de lado e até nas suas costas. Isto faz com que sempre nos movimentemos, e por estar imerso no jogo, acabamos saindo por exemplo do centro de um cômodo, podendo fazer você socar uma parede até.
Então, ou jogue em um lugar bem amplo, ou tenha alguém supervisionando para que não haja acidentes indesejados.
Configurações de acessibilidade
Pessoalmente, faço parte daquela pequena porcentagem de pessoas que tem problemas ao jogar games em realidade virtual. Não chego a ter enjoos, mas tonturas são minha limitação, e por mais que deseje, não consigo jogar por muito tempo utilizando o óculos VR.
RAGER não tem tantas opções de acessibilidade, porém posso te dizer que não tive problemas jogando este game. Mas como disse no tópico anterior, pelo fato de você se movimentar muito, inclusive tendo que girar o corpo para observar inimigos que vem nas suas costas, pode ser que sinta-se enjoado em alguns momentos. O ideal é jogar poucas fases do jogo no dia e continuar posteriormente.
Jogabilidade
O tutorial do game é bem completo, porém no começo é meio confuso. Quando entendemos a lógica tudo fica claro.
Começamos com duas espadas e com elas atacamos e bloqueamos ataques inimigos. A movimentação do inimigo é feito com base no ritmo da música, e na batida mais forte ou ele te ataca ou te dá brecha ao ataque.
Cada ação do inimigo é mostrada através de uma barra que aparece à sua frente. Por exemplo, na barra vermelha você deverá atacar o inimigo, com a espada, deve fazer a movimentação na mesma linha da barra, porém, dentro dela existem luzes verdes, que se aproximam aos poucos. Se você atacar quando estas luzes estiverem bem próximas umas das outras, a pontuação será maior, e aí está a graça do game, não adianta sair fazendo movimentos sem ritmo, deve-se fazê-los de modo sequencial e no tempo certo.
Além de espadas, aos poucos vamos ganhando novas armas, como machados, martelos, garras e punhos, cada um com ritmo, alcance e impacto distintos.
Também temos de bloquear ataques inimigos, e estes são feitos da mesma forma, utilizando as barras azuis. Claro que o movimento desta sequência é só posicionar a sua arma como um “bloqueio de ataque” né?
Em fases mais a diante, utilizamos em cada mão uma arma diferente, por exemplo, uma espada na mão esquerda e um punho (onde devemos dar socos) na mão direita. Isto é ótimo para quem tem coordenação motora, porém é bem engraçado ver quem não tem ritmo ou coordenação jogando (haha).
Cenários e inimigos
Os cenários são bem legais, isso se você tiver tempo para olhar eles, pois o jogo acontece tão freneticamente que mal conseguimos observar tudo.
Já os inimigos não são tão variados, porém tem alguns chefes bem interessantes para lutarmos. O legal é a variação de níveis (fácil, médio e difícil), e até um Modo Sobrevivência, que traz inimigos de forma infinita até você ser derrotado, que ampliar a rejogabilidade.
Modos de jogo
Por padrão, o jogo traz dois modos:
- Modo Campanha: o principal modo, onde vamos evoluindo aos poucos nas fases até chegar no chefe final;
- Modo Freestyle: aqui você pode escolher a fase que deseja jogar e incluir modificadores, escolher quais armas deseja jogar, etc…
As músicas são OK!
Quando ouvi que teria música no jogo, e que a gameplay era “rítmica” achei que seria algo mais próximo de Audio Trip, com algumas faixas famosas, porém, como um jogo futurista, ele traz uma trilha sonora eletrônica (com diversos estilos como darksynth, metalstep, war drums, DnB, industrial bass e muito mais) com produção própria, otimizada para padrões legíveis e impacto.
Elas dão um ritmo legal à gameplay, mas realmente não era o que esperava.,
Está em português?
Aqui está talvez um dos maiores problemas do jogo. RAGER não tem legendas em português do Brasil, o que não atrapalha muito, mas seria mais interessante e acessível aos jogadores brasileiros se tivesse esta opção, afinal, o Modo Campanha tem toda uma história que é narrada em inglês, e para quem não entende, não significa nada.
É bom ou ruim?
RAGER é uma opção bem diferente para quem deseja a união de música com jogos de ação em VR. O game traz lutas frenéticas com hordas de inimigos que parecem não ter fim e te fazem suar fazendo exercício de forma divertida.
Porém, achei o game um tanto curto demais, com poucas fases disponíveis, e apesar de ter opções de modificadores e opções de níveis de jogo variados, talvez você vá pensar duas vezes antes de gastar R$ 114,90 na PlayStation Store para comprar ele.
Bom… agora veja nossa gameplay abaixo e não se esqueça de se inscrever em nosso canal no Youtube!
RAGER - PSVR2
Nota Final
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Gráficos - 10/10
10/10
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Jogabilidade - 10/10
10/10
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História e Diversão - 7.5/10
7.5/10
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Áudio e Trilha Sonora - 6.5/10
6.5/10
VOTAÇÃO POPULAR ➡️
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RAGER te transporta para um mundo cheio de ação e lutas, com uma batida emocionante e que fará você testar suas habilidades cognitivas, motoras e saber se o seu coração ainda aguenta.





























