Preview: Echo Generation 2 traz um mundo estranho, bonito e estratégico

Echo Generation 2 te joga em um cenário misterioso, apresenta uma personagem com poderes estranhos e te convida a entender tudo aos poucos, no seu ritmo. Nesta demo, a gente tem um primeiro contato com o universo do jogo, com o sistema de combate e com a proposta narrativa, e mesmo sem ver o “todo”, já dá pra sentir bastante da identidade que o jogo quer construir.

 

 

Echo Generation 2 dá continuidade às aventuras do primeiro jogo, colocando os jogadores agora na pele de Jack enquanto ele explora uma nova dimensão além de Maple Town. Perdido entre as estrelas, este pai comum encontrará novos aliados excêntricos e enfrentará inimigos extraterrestres inesperados enquanto luta para encontrar o caminho de volta para casa. O jogo tem lançamento previsto para 2026 para Xbox Series X|S, Xbox no PC, Xbox Cloud, Xbox Game Pass e PC via Steam.

 

Graças a Assessoria de Imprensa da Cococucumber podemos jogar Echo Generation 2 na versão para PC. Esta gameplay pode ser vista ao final deste artigo.

 

 

Primeiras impressões: bonito, mas exige paciência

 

Logo de cara, o que mais chama atenção é o visual. O jogo tem uma direção de arte muito charmosa, com personagens e cenários que passam uma sensação de algo entre o fofo e o inquietante. É bonito de ver, é estilizado e cria uma identidade bem própria.

 

 

Por outro lado, o início pode causar um certo estranhamento. A demo não pega tanto na sua mão e, nos primeiros minutos, é normal se sentir um pouco perdido em relação às mecânicas e ao ritmo do jogo. Nada absurdo, mas é aquele tipo de experiência que pede um pouco de paciência até pra “clicar”.

 

Jogabilidade: estratégia em primeiro lugar

 

O combate por turnos é claramente um dos pilares da experiência. Não é só apertar botão: aqui, pensar antes de agir faz diferença. A presença de cartas e a possibilidade de moldar o estilo da personagem dão uma camada a mais de estratégia pra gameplay.

 

 

No começo, entender como tudo se conecta pode parecer um pouco confuso, mas conforme você avança, o sistema começa a fazer mais sentido e o combate fica mais satisfatório.

 

Narrativa e atmosfera: curiosidade como motor

 

Mesmo sendo apenas uma demo, o jogo já apresenta um clima de mistério bem forte. A ambientação das cenas, os experimentos e a sensação constante de que “mas o que tá rolando aqui?” funcionam como um gancho narrativo interessante.

 

 

A personagem traz uma carga emocional implícita, e o jogo deixa várias perguntas no ar, o que funciona bem como convite para quem gosta de histórias que se revelam aos poucos, sem explicar tudo de imediato.

 

Visual e trilha sonora

 

O visual é um dos grandes acertos da demo. A identidade artística é marcante e ajuda bastante na imersão, deixando o jogo com cara de algo único dentro do gênero.

 

 

Já a trilha sonora é mais discreta. Ela acompanha a experiência sem atrapalhar, mas também não chega a se destacar tanto quanto o visual. Funciona como pano de fundo, sem roubar a cena.

 

Performance e estabilidade

 

Durante a demo, o jogo se mostrou estável. Não houve problemas graves de desempenho, travamentos ou bugs que quebrassem a experiência. Para uma versão de demonstração, a base técnica parece bem sólida.

 

 

O que a demo entrega

 

  • A identidade visual do jogo;
  • O sistema de combate por turnos;
  • O clima narrativo e a atmosfera misteriosa;
  • Um gostinho da progressão e da proposta geral.

 

 

 

Ela não tenta mostrar tudo e isso é positivo. A experiência deixa curiosidade para ver como o jogo vai se desenvolver na versão completa.

 

Pra quem essa demo pode funcionar melhor?

 

Para quem gosta de RPGs com combate por turnos. Para quem curte jogos com clima de mistério e narrativa mais contida. E para quem aprecia experiências que não explicam tudo de uma vez, mas constroem o universo aos poucos.

 

 

Veredito da demo

 

Echo Generation 2 não é um jogo que tenta te conquistar pela ação frenética. Ele aposta em atmosfera, estratégia e identidade visual forte.

 

 

Mesmo não sendo o tipo de jogo que agrada todo mundo de primeira, a demo deixa uma impressão positiva: é bonito, curioso e tem personalidade. Se o jogo completo conseguir aprofundar bem suas mecânicas e narrativa, tem tudo pra ser uma experiência bem interessante pra quem curte esse tipo de proposta.

 

Quer saber mais sobre o jogo, assista a gameplay feita pela Letícia Monares!

 

Compartilhe nas Redes Sociais:

Picture of Letícia Monares

Letícia Monares

Sou estudante de Engenharia da Computação, DBA pra pagar os boletos e criadora de conteúdo gamer nas horas boas. Faço parte do time de criadores da Bandai Namco e tô sempre na correria entre o trabalho e as lives. Também cubro eventos, e sempre apareço para uma fazer alguma entrevista ou trocar uma ideia com a galera.