Análise da 1º temporada da série The One, disponível na Netflix

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Qual seria a sensação de estar em um mundo onde alguns cientistas conseguissem descobrir a sua cara metade? A pessoa que é sua combinação perfeita? A série The One tem o relacionamento amoroso como tema central, e assistindo a gente consegue ter uma ideia se seria bom ou não…

 

A série estreou no dia 12 de março pela plataforma de streaming da Netflix e lembra um pouco uma outra série – Black Mirror mas com a diferença que se trata de testes genéticos e não de tecnologia pura. Baseada no livro homônimo escrito por John Marrs que infelizmente no Brasil só tem disponível em inglês. Mesmo não muito conhecidos, os diretores Jeremy Lovering (Chumbo Grosso), Catherine Morshead (Downton Abbey) e Brady Hood (Hanna) conseguiram chamar a atenção nesta primeira temporada com uma identidade própria.

 

Ficaram curiosos? Vamos pra história então…

 

A história começa com a pesquisadora Rebecca Webb (Hannah Ware) fazendo a apresentação do The One através de uma palestra onde ela coloca-se como exemplo que o sistema funciona. Porém, durante a série, através de flashbacks que se mistura com o tempo real da série, a gente descobre que para Rebecca Webb chegar no topo ela teve que passar por cima dos bons princípios, dos amigos e até do seu grande amor.

 

Rebecca é informada que seu amigo e colega de apartamento Ben Naser (Amir El-Masry) foi encontrado morto no Rio Tamisa. Ela aparenta assustada, pois Ben havia sumido há mais de um ano. Neste momento mostra como Rebecca, Ben e Dimitri Leonidas (James Whiting) tinham um elo e por conta de um bando de informações de DNA, Rebecca e Dimitri acabam se corrompendo, roubando Ben e… assassinando o cara (e o coitado ainda era apaixonado por Rebecca).

 

Rebecca acaba envolvendo o jornalista Mark (Eric Kofi-Abrefa) com informações falsas para os jornais, enquanto ele se vende para publicar em primeira mão as notícias envolvendo a criadora do The One, paralelamente acontece outra história envolvendo ele e a sua esposa Hannah (Lois Chimimba).

 

Por curiosidade Hannah manda uma amostra de cabelo do marido para The One e descobre que ele combina com… outra mulher! A doida ao invés de deixar pra lá, vai procurar saber mais quem é o par ideal do marido e encontra Megan Chapman (Pallavi Sharda), forçando uma amizade, ela acaba realizando o encontro de Mark e Kate que ao saberem da combinação ficam atraídos um pelo outro.

Outra história paralela que acontece é com a policial que está investigando Rebecca, Kate Saunders (Zoe Tapper). Kate também faz a busca do seu par em The One e descobre que seu amor é Sophia (Jana Pérez), uma mulher misteriosa que vem de Barcelona para se encontrar com a policial mas é atropelada e durante sua internação Kate descobre um pouco da história de Sophia e acaba sentindo atração forte com o irmão da moça, fazendo-a questionar se no The One é possível combinar com pessoas de ligação sanguínea da pessoa que é indicada a ela.

 

Todos esses personagens tem uma ligação e – apesar de fraco – você fica querendo a 2º temporada, já que a ponte para isso ficou bem cativante.

 

O único personagem que fica solto na série é o stalker de Rebecca. David Cooper (Paul Brenn) aparece do nada e morre do nada… sem sentido algum na série.

Finalizando com minha opinião: é fraco, começa com uma ideia interessante mas depois fica maçante. Jogam dois personagens brasileiros que do mesmo jeito que chegam… morrem (rs). Ainda bem que são só 8 episódios e eles são curtos. Então, aproveitando a quarentena que ainda não acabou… vale dar uma chance – caso não gostem, pelo menos não pegou muito seu tempo.

 

A 1º temporada de The One está disponível na plataforma de streaming da Netflix. Confira o trailer abaixo:

 

1º Temporada da série The One - Netflix
Nota Final
7.1/10
7.1/10
  • Ideia e Roteiro - 7/10
    7/10
  • Fotografia, Figurinos e Efeitos Visuais - 7/10
    7/10
  • Áudio e Trilha Sonora - 6.5/10
    6.5/10
  • Adaptação e Atuação - 8/10
    8/10
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CONSIDERAÇÕES FINAIS

Interessante para quem gosta de suspense.